Resenha série: 24 Horas (Temporada 7, Episódio 13)

24-season-72

Pra variar um pouco mais e testar as águas do Bacanarama, decidi falar um pouco mais de televisão e fazer mais resenhas. Então aqui estamos, com uma olhada no mais recente capítulo da saga do agente mais badass da telinha.

Adianto que o post estará cheio de spoilers, então se não estiver acompanhando a série, se não tiver visto o episódio, EVITE. Mas se você não estiver nem aí, dá uma bizoiada.

24 Horas definitivamente está fazendo dessa temporada a sua volta por cima. Não foi só a mudança de cenário que ajudou. No decorrer do dia, várias vezes eu me peguei perguntando o que iria acontecer daqui pra frente, e excluindo raras excessões (como a subtrama inteira com a namorada do Dubaku, realmente previsível e idiota), não tenho me desapontado. Dessa vez eu fui pego de surpresa pelo fato de que o sequestro da Casa Branca terminou no início do episódio. Não deram nem 15 minutos e o General Juma, o grande vilão até agora, já estava morto. Ele e… Bill.

Descanse em paz, meu caro.

Descanse em paz, colega.

Sim, ao tentar criar uma distração para que Jack pudesse agir, Bill se sacrificou e ativou uma explosão que deu a seu colega de CTU tempo o bastante para eliminar os soldados de Juma. E eu estava lá, na esperança de que Bill fosse dar um sinal de vida, quando o maldito relógio silencioso apareceu para confirmar a morte. “Silêncio ensurdecedor” é um termo que se encaixa perfeitamente aqui.

O ponto fraco do episódio foi a agente Reneé Walker, que até aqui vinha sendo um dos pontos fortes da temporada. Ela tinha conflitos com os métodos de Jack, cedeu a eles e sofreu bastante por isso, chegando a estapear Jack, apontar uma arma pra ele e questionar a memória de Teri Bauer. Nesse episódio, ela parece ter esquecido pelo que passou, o que fez e o que estava sentindo, e voltou a ser a sidekick do Jack, apoiando as decisões dele. Tá, eu sei que concordar com Jack Bauer é SEMPRE a melhor idéia, mas aqui simplesmente não funciona. A agente Walker não se decide, parece um iô-iô. Esses conflitos faziam dela uma ótima personagem, mas estão fazendo mais uso desse artifício do que deveriam. Na minha opinião, a cena no hospital de alguns episódios atrás foi o clímax dessa situação. Se continuar nesse vai-vém, vai cansar rápido.

Fora isso, tivemos um pouco mais de tempo com o “novo” vilão, Jonas Hodges (interpretado por Jon Voight), que enviou um assassino profissional para matar Ryan Burnett. O episódio melhorou quando passamos para essa parte, depois de algumas cenas de intrigas políticas desinteressantes na Casa Branca. Quinn, o assassino, conseguiu não só matar Burnett, mas incriminar Jack, que foi levado para terminar seu, *ahem*, interrogatório.

Em mais um momento que deixa o resto da temporada incerto, Jack consegue escapar da custódia federal e decide buscar os culpados pelo ataque à Casa Branca e pelo assassinato de Burnett do jeito que ninguém faz melhor que ele. O que ele vai fazer agora? Procurar Tony? Chloe? Reneé? Não faço idéia, mas estou doido pra descobrir.

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